quarta-feira, 10 de novembro de 2010

POEMA - ADORMECER


Enquanto assisto a calma do sono dominá-la,
Seus olhos aos poucos se fecham,
Sua pele clara e lábios rosados exibem um brilho diferente
E suavizam ainda mais seus finos traços.
Sinto o desejo de envolvê-la incontrolável,
Vendo-a assim adormecida me perco entre as horas.
O leve ressonar de seu peito é agora o tic-tac do meu relógio
E ao admirá-la  me pergunto, será que faço parte de seus sonhos¿
É  então que escrevo e, muitas vezes fugindo,
Distraio minha mente, para só então adormecer.

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